DIREITO DE RESISTÊNCIA
"Resiste-se lutando - e até fugindo. Resiste-se com tiros, palavras, espadas, poemas, pancadas, subornos, prisões, greves, canções, pedras, sentenças (...).
Resiste-se à guerra e à paz, ao amor e ao ódio, à doença e à dor, ao cansaço e ao sono, ao novo e ao velho, ao bandido e à polícia, ao trabalho e ao baralho, à mentira e à verdade, à procura e ao encontro, ao pecado e a Deus, ao fogo e à água, ao azar e à sorte, à morte e à vida, ao medo e por medo. (...)
Na dialética da resistência, a síntese pode ser tanto a vitória do justo, como a do injusto (...).
No mundo do Direito, resiste-se contra a violação da lei - e, às vezes, contra a própria lei, violadora do justo. Mas no mundo do Direito e com igual freqüência, os homens se submetem - ora à lei violada, ora à justiça esquecida." (VIANA, Márcio Túlio. Direito de resistência. São Paulo: LTr, 1996, p. 23-24.)
"Resiste-se lutando - e até fugindo. Resiste-se com tiros, palavras, espadas, poemas, pancadas, subornos, prisões, greves, canções, pedras, sentenças (...).
Resiste-se à guerra e à paz, ao amor e ao ódio, à doença e à dor, ao cansaço e ao sono, ao novo e ao velho, ao bandido e à polícia, ao trabalho e ao baralho, à mentira e à verdade, à procura e ao encontro, ao pecado e a Deus, ao fogo e à água, ao azar e à sorte, à morte e à vida, ao medo e por medo. (...)
Na dialética da resistência, a síntese pode ser tanto a vitória do justo, como a do injusto (...).
No mundo do Direito, resiste-se contra a violação da lei - e, às vezes, contra a própria lei, violadora do justo. Mas no mundo do Direito e com igual freqüência, os homens se submetem - ora à lei violada, ora à justiça esquecida." (VIANA, Márcio Túlio. Direito de resistência. São Paulo: LTr, 1996, p. 23-24.)
Caros Amigos.
Eis um trecho interessante, para reflexão sobre o sentido de nossa vida atual.
Com um abraço fraternal,
Marcos Vaz





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