domingo, 9 de março de 2008


Meu poema é uma
fotografia antiga –
do irmão que não tive
do velho amor que não vingou
em preto
e branco.
Meu poema é um
frêmito de frágil metal
com uma flor absurda de
água
e sangue
tatuada em seu olho.
(Poema: Théo G. Alves)

0 comentários: