segunda-feira, 22 de junho de 2009

O FILHO DA POETISA


Mineiro, natural da capital mineira. Ama escrever, ler interpretar, analisar e sentir os textos literários que chegam aos olhos.
É professor de Português, de música e técnica vocal; como podem perceber é que de acordo com a mitologia greco-romana é um protegido pelo deus Febo, pois além de transitar no campo da música, ainda escreve textos: poemas,crônicas, contos e etc.
Faz revisão de texto e cifragem de música.
É casado com uma mulher maravilhosa e tem dois rapazes que me enchem de orgulho.
É O FILHO DA POETISA e faz das poesias um meio interessante de mostrar ao mundo em que vive, sento ou imagina.

Endereço:
Recanto das Letras
http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=41372



Meu Amigo
Agradeço por deixar eu fazer parte de sua vida. Uma singela homengem a grande pessoa e poeta que és, como forma de agradecimento.
Graciela

SÍNDROME DE ADÔNIS


SÍNDROME DE ADÔNIS

Há uma mulher que habita a minha mente
E outra mulher mora em meu coração
Confesso a você que por mais que eu tente
Não consigo escolher entre as duas não.

Aquela mulher que habita a minha mente
É sagaz, decidida, pés no chão e organizada
E a do coração vive apenas o presente
Quer ser e me fazer feliz... mais nada!

Eu sei, não sou um ser inconseqüente!
Sei que a minha situação é incoerente
E que só a mim cabe tomar a decisão,

Mas como ainda não me decidi então
Qual seria a solução mais inteligente?
Fica com a mulher da mente ou a do coração?
(Filho da Poetisa)

CANTIGA POÉTICA


CANTIGA POÉTICA

Sou poeta não só por fazer poesia,
mas também por embelezar minha mensagem,
faço isto com muita ansiedade e ampla alegria
de alguém que está de malas prontas à viagem.

Sou poeta não só por fazer poesia,
mas por dar as palavras uma outra roupagem
onde o texto parece uma máquina de fotografia
construindo no imaginário imagem e mais imagem.

Sou poeta não só por fazer poesia,
mas por ter com o verso branco ou a rima
uma fantástica e sólida relação de parceria.

Sou poeta não só por fazer poesia,
mas por ter a palavra como matéria-prima
para construir a literatura de hoje em dia.
(Filho da Poetisa)

SINDRÔME DO PÂNICO


SINDRÔME DO PÂNICO

Não tenha medo, meu amigo, de viver a sua vida
E nem tão pouco de sair de sua confortável casa,
Arregace as mangas, coragem, e vamos pra lida,
Olhe o horizonte, não o tema, utilize a sua asa.

Não se acovarde viu, seja uma pessoa decidida,
Mesmo se o medo aja no seu coração e o abrasa.
Chame os parentes, os amigos, Deus e os convida
Para serem seu escudo e a lança que os inimigos vaza!

Lembra-se que ao alvorecer a luta pela vida retoma,
Acredite que “a espada de um herói ninguém toma”
Mesmo tendo ele perdido na luta pela vida uma batalha.

Perder uma batalha não significa que perdeu a guerra
Tem dias que a gente acerta, há outros que agente erra
E quando você acertar parta para o inimigo e o estraçalha!
(Filho da Poetisa)

A TURMA DO SACI


A TURMA DO SACI

Está no meu encalço toda a turma do Saci,
inclusive colocaram minha cabeça a prêmio,
tudo porque num simples soneto eu escrevi
Assumindo ser simpatizante do Grêmio

Gente! Juro! Não cometi nenhum crime!
nem tão pouco falei mal de ninguém,
não é delito ser simpatizante de um time
e nem escrever loas sobre ele também .

Hoje, se eu pisar na capital gaúcha,
terei que estar disfarçada de Xuxa
Pra não ser vítima da torcida colorada,

Ou então descer lá com um texto bem legal
Exaltando as glórias do time do Internacional
E assim com as outras 50% de Porto Alegre ter a paz selada
(Filho da Poetisa)