“Calor de inverno”
O gaúcho sempre com seu pala
Para agüentar a geada, o nevoeiro
Para cedinho cuidar da lida campeira
O vento gelado penetra o corpo inteiro
Chegando em casa, encontra o seu amor
Que já está com o fogão de lenha aceso
Já esperando com um belo chimarrão
É o gaúcho aquecendo seu o coração
Com o Paulista acontece quase igual
A ventania é um fenômeno desleal
Gorro, casaco, cachecol, botas e luvas
É o Paulista encarando o frio e as chuvas
Chegando em casa, encontra o seu amor
Sopa quentinha e um belo cobertor
E a sopa quente lhe aquece o coração
Depois da sopa é um mundo de emoção
E esses homens que trabalham no inverno
Sonham com a hora de pra casa retornar
Cair nos braços desse seu amor eterno
Se aquecer, sentir calor, verão no ar
(Graciela da Cunha e Jane Rossi)
20/06/08
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
“A Rosa Amarela”
Nasceu no meu jardim
Uma frágil rosa amarela
Que com o meu sorriso
Suas pétalas ficaram mais belas
Em cada pétala se vê, um sonho a realizar
Atraentes e elegantes perfumando todo o ar
Nobreza e simplicidade fazem parte desta flor
Sedutora e brilhante, como a paz do amor
O caule que a sustenta é o caminho da vitória
O sol fornece energia e realiza a história
História de simplicidade e de beleza brilhante
Mágicas se realizam com seu perfume inebriante.
(Graciela da Cunha e Jane Rossi)
18/06/08
Nasceu no meu jardim
Uma frágil rosa amarela
Que com o meu sorriso
Suas pétalas ficaram mais belas
Em cada pétala se vê, um sonho a realizar
Atraentes e elegantes perfumando todo o ar
Nobreza e simplicidade fazem parte desta flor
Sedutora e brilhante, como a paz do amor
O caule que a sustenta é o caminho da vitória
O sol fornece energia e realiza a história
História de simplicidade e de beleza brilhante
Mágicas se realizam com seu perfume inebriante.
(Graciela da Cunha e Jane Rossi)
18/06/08
"Os anjos"
“Os anjos”
O dia amanhecendo e os anjos tecendo o alvorecer
Alguns são raios de sol, clarão, verão e luar
Descendo em nossos sonhos para nos abençoar
Transformam-se em canções, são música no ar
A música a gente ouve e o coração renasce
Pelo ar, mar e vento e pela flor que nasce
Nos passam energia e grande proteção
Vamos ouvir os anjos, ouvir com o coração
É só fechar os olhos, sentir o som no ar
A luz que ele transmite na alma vai ficar
As plumas reluzentes trazendo paz e amor
É o anjo encantado, excluindo nossa dor
No transcorrer do dia, os anjos são companhia
Refrigerando a alma, tecendo a harmonia
Os anjos se projetam em luzes de abrigo
E eles aparecem em forma de “amigo”
(Graciela da Cunha e Jane Rossi )
O dia amanhecendo e os anjos tecendo o alvorecer
Alguns são raios de sol, clarão, verão e luar
Descendo em nossos sonhos para nos abençoar
Transformam-se em canções, são música no ar
A música a gente ouve e o coração renasce
Pelo ar, mar e vento e pela flor que nasce
Nos passam energia e grande proteção
Vamos ouvir os anjos, ouvir com o coração
É só fechar os olhos, sentir o som no ar
A luz que ele transmite na alma vai ficar
As plumas reluzentes trazendo paz e amor
É o anjo encantado, excluindo nossa dor
No transcorrer do dia, os anjos são companhia
Refrigerando a alma, tecendo a harmonia
Os anjos se projetam em luzes de abrigo
E eles aparecem em forma de “amigo”
(Graciela da Cunha e Jane Rossi )
“Foi um sonho”
Foi um sonho, o tempo passou
O abraço aconchegante no sonho ficou
Acordei com a lembrança, o tempo expirou
E no fundo do peito, coração suspirou...
Eu queria sonhar...
Relembrei os teus beijos e também teu olhar
Dos teus doces carinhos e do teu abraçar
Queria dormir novamente e contigo sonhar
Eu queria gritar...
Reviver novamente todo aquele amor
Percebi que era um sonho, só me resta a dor
Acordei, e você não estava ao meu lado
Coração está sofrendo, coração profligado
Eu queria chorar...
(Graciela Cunha e Jane Rossi)
Foi um sonho, o tempo passou
O abraço aconchegante no sonho ficou
Acordei com a lembrança, o tempo expirou
E no fundo do peito, coração suspirou...
Eu queria sonhar...
Relembrei os teus beijos e também teu olhar
Dos teus doces carinhos e do teu abraçar
Queria dormir novamente e contigo sonhar
Eu queria gritar...
Reviver novamente todo aquele amor
Percebi que era um sonho, só me resta a dor
Acordei, e você não estava ao meu lado
Coração está sofrendo, coração profligado
Eu queria chorar...
(Graciela Cunha e Jane Rossi)
“Decepção”
“Decepção”
Desengano, desilusão
Esperanças perdidas
Final de encantamento
Total descontentamento
Cubo de gelo caído
Derretendo pelo chão
Desfazendo-se em líquido
Lágrimas, dor, sem perdão
É insucesso, fracasso
É sonho sem ilusão
Mente perdida no espaço
Penumbra no coração
(Jane Rossi)
Desengano, desilusão
Esperanças perdidas
Final de encantamento
Total descontentamento
Cubo de gelo caído
Derretendo pelo chão
Desfazendo-se em líquido
Lágrimas, dor, sem perdão
É insucesso, fracasso
É sonho sem ilusão
Mente perdida no espaço
Penumbra no coração
(Jane Rossi)
“Sem conexão”
“Sem conexão”
Estava...
Perto das nuvens
Era pipa pelo ar
Sonhando...
Com vaga-lumes
Cintilava o caminhar
Estava fora do ar
Mundo de imaginação
Da terra me desliguei
Caiu a conexão!
(Jane Rossi)
Estava...
Perto das nuvens
Era pipa pelo ar
Sonhando...
Com vaga-lumes
Cintilava o caminhar
Estava fora do ar
Mundo de imaginação
Da terra me desliguei
Caiu a conexão!
(Jane Rossi)
"Rima"
"Rima"
Faço poesia rimando
Com meu coração cantando
Ás vezes com o peito chorando
E os versos na folha bailando
E a música ornamentando
Letras vão se unificando
E a caneta delirando
Com a dor que está sufocando
Seja de dor ou amor
Só faço versos com rima
O canto alivia a dor
E o amor nos reanima
Rimando dor e amor
Vou traçando meu caminho
Transformando pedra em flor
Das rosas tirando os espinhos
(Jane Rossi)
Faço poesia rimando
Com meu coração cantando
Ás vezes com o peito chorando
E os versos na folha bailando
E a música ornamentando
Letras vão se unificando
E a caneta delirando
Com a dor que está sufocando
Seja de dor ou amor
Só faço versos com rima
O canto alivia a dor
E o amor nos reanima
Rimando dor e amor
Vou traçando meu caminho
Transformando pedra em flor
Das rosas tirando os espinhos
(Jane Rossi)
“Amiga lua”
“Amiga lua”
Cheia de fases e formas
Brilho que nasce e renasce
Cresce, decresce e desaparece
Em meu jardim uma rosa floresce
Astro noturno de beleza metafórica
Ordenas os ciclos da lei universal
Brilho de luz que nos incandesce
Em meu jardim, farei uma prece
Joga teu brilho, antes de partir
Deixa seus raios de luz me aspergir
Em meu jardim o teu brilho aquece
Seja minha amiga, vem me ouvir
Clareia minha vida antes de sair
Em meu jardim tudo rejuvenesce
(Jane Rossi)
Cheia de fases e formas
Brilho que nasce e renasce
Cresce, decresce e desaparece
Em meu jardim uma rosa floresce
Astro noturno de beleza metafórica
Ordenas os ciclos da lei universal
Brilho de luz que nos incandesce
Em meu jardim, farei uma prece
Joga teu brilho, antes de partir
Deixa seus raios de luz me aspergir
Em meu jardim o teu brilho aquece
Seja minha amiga, vem me ouvir
Clareia minha vida antes de sair
Em meu jardim tudo rejuvenesce
(Jane Rossi)
“Mudança”
“Mudança”
Existe um momento na vida
Que precisamos parar, pensar
Rever conceitos ,rever valores
Abrir janelas para o sol entrar
Abrir gavetas e tirar papéis
Amarelados, emaranhados
Fazer faxina no seu convés
Senão o barco será naufragado
E nesta busca de entendimento
Vou peneirar todos os sentimentos
E decretar o desmoronamento
Para reiniciar com aprimoramento
Este momento é necessário
Há confusão nesse plenário
Mensagem escrita sem destinatário
É insolência de um mundo precário
(Jane Rossi)
Existe um momento na vida
Que precisamos parar, pensar
Rever conceitos ,rever valores
Abrir janelas para o sol entrar
Abrir gavetas e tirar papéis
Amarelados, emaranhados
Fazer faxina no seu convés
Senão o barco será naufragado
E nesta busca de entendimento
Vou peneirar todos os sentimentos
E decretar o desmoronamento
Para reiniciar com aprimoramento
Este momento é necessário
Há confusão nesse plenário
Mensagem escrita sem destinatário
É insolência de um mundo precário
(Jane Rossi)
“Pedras no caminho”
“Pedras no caminho”
Na grande tela da vida
Uma imagem congelou
Era um caminho de pedras
Onde uma mulher caminhou
Cansada e sem direção
Pedia amparo a Jesus
Estava pesado o fardo
Carregava sua cruz
Parou naquele caminho
E as pedras recolheu
Foi pegando uma a uma
E um castelo apareceu
Tudo estava iluminado
Com reflexos coloridos
Jesus tinha lhe salvado
Daquele caminho sofrido
(Jane Rossi)
Na grande tela da vida
Uma imagem congelou
Era um caminho de pedras
Onde uma mulher caminhou
Cansada e sem direção
Pedia amparo a Jesus
Estava pesado o fardo
Carregava sua cruz
Parou naquele caminho
E as pedras recolheu
Foi pegando uma a uma
E um castelo apareceu
Tudo estava iluminado
Com reflexos coloridos
Jesus tinha lhe salvado
Daquele caminho sofrido
(Jane Rossi)
“Agarradinhos”
“Agarradinhos”
Na caixinha de lembranças encontrei uma linda foto
Revivi o nosso passado, que foi como um terremoto
Mas o amor foi cravejado dentro do nosso coração
Resistiu todas as provas, vivemos linda emoção
Não queriam nosso amor, impediam nossa união
Vivemos dias de dor e momentos de aflição
E o amor falou mais alto, construímos nosso ninho
Da nossa unificação, herdamos nossos anjinhos
Ninho repleto de amor e alegria de criança
Sorriso, choro e dor são guardados na lembrança
Pássaros crescem e voam, ficam livres pelo ar
Mas nós temos um ao outro, o sol, a lua e o mar
E depois de muitos anos, amando e sendo amada
No futuro nossos planos, seguir junto a caminhada
E no fim de nossa estrada, como sempre, bem juntinhos
Estaremos de mãos dadas, morreremos...agarradinhos
(Jane Rossi)
Na caixinha de lembranças encontrei uma linda foto
Revivi o nosso passado, que foi como um terremoto
Mas o amor foi cravejado dentro do nosso coração
Resistiu todas as provas, vivemos linda emoção
Não queriam nosso amor, impediam nossa união
Vivemos dias de dor e momentos de aflição
E o amor falou mais alto, construímos nosso ninho
Da nossa unificação, herdamos nossos anjinhos
Ninho repleto de amor e alegria de criança
Sorriso, choro e dor são guardados na lembrança
Pássaros crescem e voam, ficam livres pelo ar
Mas nós temos um ao outro, o sol, a lua e o mar
E depois de muitos anos, amando e sendo amada
No futuro nossos planos, seguir junto a caminhada
E no fim de nossa estrada, como sempre, bem juntinhos
Estaremos de mãos dadas, morreremos...agarradinhos
(Jane Rossi)
Lamento!
Lamento!
O pranto lavando a alma
Que tirania sofre o coração
Pede clemência suplica calma
Muita agonia, nesta provação
Cálice amargo de muita dor
Vertendo gotas de sofrimento
Agonizando o ultimo clamor
Não é rancor! E sim lamento!
Chagas abriram e gotejaram
Sangue encarnado solto no ar
As mãos geladas se projetaram
No azul do céu a te procurar
Salva-me agora! neste momento
Misericórdia! vim te implorar
Me tira a dor e livra o tormento
Por toda a vida estive a te adorar
Tua palavra foi minha herança
O teu caminho foi minha luz
Me põe no colo! Como criança!
Salva esta vida!Tira-me da cruz
(Jane Rossi)
O pranto lavando a alma
Que tirania sofre o coração
Pede clemência suplica calma
Muita agonia, nesta provação
Cálice amargo de muita dor
Vertendo gotas de sofrimento
Agonizando o ultimo clamor
Não é rancor! E sim lamento!
Chagas abriram e gotejaram
Sangue encarnado solto no ar
As mãos geladas se projetaram
No azul do céu a te procurar
Salva-me agora! neste momento
Misericórdia! vim te implorar
Me tira a dor e livra o tormento
Por toda a vida estive a te adorar
Tua palavra foi minha herança
O teu caminho foi minha luz
Me põe no colo! Como criança!
Salva esta vida!Tira-me da cruz
(Jane Rossi)
Fênix
Fênix
Rochedo dotado de esplendor
Felicidade e ressurreição
Renasce das cinzas após a morte
És símbolo de amor e união
Aproximando a sua hora mortal
Queima-se com seu próprio calor
És fabuloso e sobrenatural
Renasce da amargura e da dor
Evoca o teu fogo criador
Levanta vôo desta prostração
O seu cantar é força e vigor
Ressurgi com grandeza e perfeição
Das cinzas tu saístes para brilhar
Tornando-se um ser em evolução
Triunfe no teu lindo caminhar
És Fênix, fonte de sublimação
(Jane Rossi)
Rochedo dotado de esplendor
Felicidade e ressurreição
Renasce das cinzas após a morte
És símbolo de amor e união
Aproximando a sua hora mortal
Queima-se com seu próprio calor
És fabuloso e sobrenatural
Renasce da amargura e da dor
Evoca o teu fogo criador
Levanta vôo desta prostração
O seu cantar é força e vigor
Ressurgi com grandeza e perfeição
Das cinzas tu saístes para brilhar
Tornando-se um ser em evolução
Triunfe no teu lindo caminhar
És Fênix, fonte de sublimação
(Jane Rossi)
“Último instante”
“Último instante”
A noite está caindo sobre nós
E com ela o brilho das estrelas
Olho no céu e ouço uma voz
Conversarei com as estrelas
Querida estrela brilhante
Veja o meu coração
Tudo é tão angustiante
Sinto frio em minha mão
Coração quase parando
Gotas dos olhos a cair
Vida está acabando
Sinto medo de partir
Te peço neste instante
Que a Deus leve um recado
Eu estou agonizante
E não estou preparado
(Jane Rossi)
A noite está caindo sobre nós
E com ela o brilho das estrelas
Olho no céu e ouço uma voz
Conversarei com as estrelas
Querida estrela brilhante
Veja o meu coração
Tudo é tão angustiante
Sinto frio em minha mão
Coração quase parando
Gotas dos olhos a cair
Vida está acabando
Sinto medo de partir
Te peço neste instante
Que a Deus leve um recado
Eu estou agonizante
E não estou preparado
(Jane Rossi)
“A VIDA É AMIGA DA ARTE”
“A VIDA É AMIGA DA ARTE”
O PINCEL TRANSFORMA A TINTA
NASCE UM MUNDO DE ILUSÃO
E A TELA BRANCA E VAZIA
ENCHE-SE DE E EMOÇÃO
É O MUNDO DO FAZ DE CONTA
QUE VAMOS IDEALIZAR
E NA TELA AGENTE MONTA
UM MUNDO PARA SONHAR
E NA VIDA É ASSIM
SOMOS NÓS QUE DECORAMOS
PÁGINAS BRANCAS DA VIDA
DOR E ALEGRIA COLOCAMOS
NA TELA DA MINHA VIDA
QUERO ALEGRIA E AMOR
QUERO MUNDO COLORIDO
NEM TRISTEZA E NEM RANCOR
E QUANDO UM DIA EU PARTIR
MINHA OBRA FICARÁ NA GALERIA
VOU ASSINAR MINHA TELA
COM AMOR E ALEGRIA.
(JANE ROSSI)
O PINCEL TRANSFORMA A TINTA
NASCE UM MUNDO DE ILUSÃO
E A TELA BRANCA E VAZIA
ENCHE-SE DE E EMOÇÃO
É O MUNDO DO FAZ DE CONTA
QUE VAMOS IDEALIZAR
E NA TELA AGENTE MONTA
UM MUNDO PARA SONHAR
E NA VIDA É ASSIM
SOMOS NÓS QUE DECORAMOS
PÁGINAS BRANCAS DA VIDA
DOR E ALEGRIA COLOCAMOS
NA TELA DA MINHA VIDA
QUERO ALEGRIA E AMOR
QUERO MUNDO COLORIDO
NEM TRISTEZA E NEM RANCOR
E QUANDO UM DIA EU PARTIR
MINHA OBRA FICARÁ NA GALERIA
VOU ASSINAR MINHA TELA
COM AMOR E ALEGRIA.
(JANE ROSSI)
“O primeiro encontro”
“O primeiro encontro”
Deitada naquela mesa
Esperando sua chegada
Não tive dor nem tristeza
Me sentia Santificada
E a grande emoção
Com seu choro de chegada
Penetrou meu coração
De lágrimas fiquei banhada
E neste primeiro instante
Vendo você à chorar
Foi um poema calante
Que irei eternizar
Naquele primeiro embalo
No primeiro aleitamento
Por Deus, fui abençoada
Foi o mais lindo momento.
(Jane Rossi)
Deitada naquela mesa
Esperando sua chegada
Não tive dor nem tristeza
Me sentia Santificada
E a grande emoção
Com seu choro de chegada
Penetrou meu coração
De lágrimas fiquei banhada
E neste primeiro instante
Vendo você à chorar
Foi um poema calante
Que irei eternizar
Naquele primeiro embalo
No primeiro aleitamento
Por Deus, fui abençoada
Foi o mais lindo momento.
(Jane Rossi)
“Pensamentos de um anjinho”
“Pensamentos de um anjinho”
Lá no céu fiquei sabendo
Que na terra iria descer
Tinha um anjo me aguardando
Pra me amar e me proteger
Reconheci num segundo
A mulher anjo, me abraçou
Dos olhos caíram lágrimas
E sorrindo ela chorou
Mas sou anjinho pequeno
Ainda não sei falar
Habito em novo terreno
Mas ela vai me amparar
Este meu anjo tem nome
Tem amor incondicional
É minha mamãe querida
Amor puro e angelical
(Jane Rossi)
Lá no céu fiquei sabendo
Que na terra iria descer
Tinha um anjo me aguardando
Pra me amar e me proteger
Reconheci num segundo
A mulher anjo, me abraçou
Dos olhos caíram lágrimas
E sorrindo ela chorou
Mas sou anjinho pequeno
Ainda não sei falar
Habito em novo terreno
Mas ela vai me amparar
Este meu anjo tem nome
Tem amor incondicional
É minha mamãe querida
Amor puro e angelical
(Jane Rossi)
Quem sou?
Quem sou?
Sou psicóloga, sou mestre
Secretária e enfermeira
Trabalhos em todas as áreas
Mas é tudo por amor
Lavadeira e cozinheira
Passadeira e faxineira
Sou o verso e o reverso
Mas é tudo por amor
Serei o ombro amigo
Na hora que sentir dor
Também delego castigo
Mas é tudo por amor
Enxugo as lágrimas tristes
Te ajudo na indecisão
Te elevo em todos os momentos
Faz parte do coração
Resumindo: quem eu sou ?
Sou o palácio dos meus anjinhos
Sou apenas uma mãe
Distribuindo carinho...
(Jane Rossi)
Sou psicóloga, sou mestre
Secretária e enfermeira
Trabalhos em todas as áreas
Mas é tudo por amor
Lavadeira e cozinheira
Passadeira e faxineira
Sou o verso e o reverso
Mas é tudo por amor
Serei o ombro amigo
Na hora que sentir dor
Também delego castigo
Mas é tudo por amor
Enxugo as lágrimas tristes
Te ajudo na indecisão
Te elevo em todos os momentos
Faz parte do coração
Resumindo: quem eu sou ?
Sou o palácio dos meus anjinhos
Sou apenas uma mãe
Distribuindo carinho...
(Jane Rossi)
"Incondicional"
"Incondicional"
És criança, és menino
Para mim é tudo igual
Se és homem e adulto
Tens o mesmo visual
Minha visão é assim
Serás sempre, meu menino
E sua dores pra mim
É viver em desatino
Sua lágrima sentida
Bate em mim como ferida
E sua paz e felicidade
Me deixa em tranquilidade
Serás sempre meu bebê
Milagre celestial
Te amarei, eternamente
Amor incondicional
(Jane Rossi)
És criança, és menino
Para mim é tudo igual
Se és homem e adulto
Tens o mesmo visual
Minha visão é assim
Serás sempre, meu menino
E sua dores pra mim
É viver em desatino
Sua lágrima sentida
Bate em mim como ferida
E sua paz e felicidade
Me deixa em tranquilidade
Serás sempre meu bebê
Milagre celestial
Te amarei, eternamente
Amor incondicional
(Jane Rossi)
“UM TANGO PRA NÓS DOIS”
“UM TANGO PRA NÓS DOIS”
É música no ar
É sonho e ilusão
Vamos dançar um tango
Vibrar de emoção
É música no ar
Fetiche e sedução
É coração caliente
Ardendo de paixão
É música no ar
É sonho e prazer
Vamos sentir o tango
Vibrar, desfalecer
É música, é som
Amor está no ar
Vamos dançar na noite
Viver só pra amar
(Jane Rossi)
É música no ar
É sonho e ilusão
Vamos dançar um tango
Vibrar de emoção
É música no ar
Fetiche e sedução
É coração caliente
Ardendo de paixão
É música no ar
É sonho e prazer
Vamos sentir o tango
Vibrar, desfalecer
É música, é som
Amor está no ar
Vamos dançar na noite
Viver só pra amar
(Jane Rossi)
"Marcas"
"Marcas"
Em momentos de insegurança, uma lágrima caiu
Chorando como criança, felicidade sentiu
Foi quando olhou no espelho, que veio a renovação
No rosto tinha uma ruga, momento de reflexão
E pela vida marcada, sentiu-se privilegiada
Pois esta marca reflete toda sua experiência
É uma marca apenas que não fará diferença
É uma marca de vida, uma marca de vivência
Só através do espelho que consigo ver meu rosto
Ele é símbolo de mistério, nunca me causa desgosto
E as marcas desenhadas são os contornos da vida
É o registro na estrada, são subidas e descidas
O encanto dessas marcas, são como pegadas na areia
É o roteiro de um filme, é o clarão da lua cheia
A beleza e o deslumbre de uma vida madura
É alguém que se assume e não se importa com a moldura.
(Jane Rossi)
Em momentos de insegurança, uma lágrima caiu
Chorando como criança, felicidade sentiu
Foi quando olhou no espelho, que veio a renovação
No rosto tinha uma ruga, momento de reflexão
E pela vida marcada, sentiu-se privilegiada
Pois esta marca reflete toda sua experiência
É uma marca apenas que não fará diferença
É uma marca de vida, uma marca de vivência
Só através do espelho que consigo ver meu rosto
Ele é símbolo de mistério, nunca me causa desgosto
E as marcas desenhadas são os contornos da vida
É o registro na estrada, são subidas e descidas
O encanto dessas marcas, são como pegadas na areia
É o roteiro de um filme, é o clarão da lua cheia
A beleza e o deslumbre de uma vida madura
É alguém que se assume e não se importa com a moldura.
(Jane Rossi)
"Mosaico de mim"
"Mosaico de mim"
No meio da escuridão, estava triste, calada
Perdendo a fé no amanhã, nem futuro eu almejava
A vida estava sem cor, só pedras na minha estrada
Permanente era o inverno que na alma congelava
Olhei pra dentro de mim e não via esperança
Lágrimas brotaram nos olhos, chorava como criança
A vida estava em pedaços, eu estava agonizando
Por entre choro e dor, vi a minha fé voltando
Acreditei que existe um Deus pra nos socorrer
E um anjo iluminado que nos faz sobreviver
Fui catando os pedaços da vida espedaçada
Fui montando um mosaico, uma vida renovada
Pedaço por pedaço fui encaixando com calma
Precisei ser um artista, renovando a caminhada
Quando juntei os pedaços, pintei com uma nova dor
Fiz um mosaico de mim, troquei a dor por amor.
(Jane Rossi)
No meio da escuridão, estava triste, calada
Perdendo a fé no amanhã, nem futuro eu almejava
A vida estava sem cor, só pedras na minha estrada
Permanente era o inverno que na alma congelava
Olhei pra dentro de mim e não via esperança
Lágrimas brotaram nos olhos, chorava como criança
A vida estava em pedaços, eu estava agonizando
Por entre choro e dor, vi a minha fé voltando
Acreditei que existe um Deus pra nos socorrer
E um anjo iluminado que nos faz sobreviver
Fui catando os pedaços da vida espedaçada
Fui montando um mosaico, uma vida renovada
Pedaço por pedaço fui encaixando com calma
Precisei ser um artista, renovando a caminhada
Quando juntei os pedaços, pintei com uma nova dor
Fiz um mosaico de mim, troquei a dor por amor.
(Jane Rossi)
Bendita Maçã!
Bendita Maçã !
Flores, frutos, encantamento!
Estado de graça sobrenatural
Faltou o direito ao conhecimento
E a diferença entre o bem e o mal
De todas as árvores, tu comerás
Existe uma que não podes tocar
Se comer deste fruto, tu morrerás
A beleza e a vida reina nesse lugar
Anjos, arcanjos, não era ilusão!
Mas não se conteve, perdeu a razão
E na flor da pele sente a sensação
Que comendo o fruto teria perdão
Comeu da maçã, perdeu a perfeição!
E sente vergonha por não obedecer
Nasce outro homem, com outra visão
E o homem de hoje vive à padecer.
(Jane Rossi)
Flores, frutos, encantamento!
Estado de graça sobrenatural
Faltou o direito ao conhecimento
E a diferença entre o bem e o mal
De todas as árvores, tu comerás
Existe uma que não podes tocar
Se comer deste fruto, tu morrerás
A beleza e a vida reina nesse lugar
Anjos, arcanjos, não era ilusão!
Mas não se conteve, perdeu a razão
E na flor da pele sente a sensação
Que comendo o fruto teria perdão
Comeu da maçã, perdeu a perfeição!
E sente vergonha por não obedecer
Nasce outro homem, com outra visão
E o homem de hoje vive à padecer.
(Jane Rossi)
“Coração de Poeta”
“Coração de Poeta”
No coração de poeta, tem alegria e dor
Tem o sonho de criança, esperança e amor
Tem ilusão e magia bailando no mar dos versos
E o som das calmas ondas, cantando para o Universo
É belo esse coração, que transforma os sentimentos
Faz a dor virar paixão e acalenta o sofrimento
Abre o elo da corrente e liberta o prisioneiro
Solta as amarras da vida, liberdade em cativeiro
Ele é transformador é sofrido e é carente
Sonha com o perfeito amor, coração onipotente
Vive de sonho e magia, chora de desilusão
É coração sofredor, que almeja a perfeição
O coração de poeta é como um livro real
Cada página um sonho, com orquestra divinal
É coração colorido, cada hora de uma cor
É coração destemido, cravado de amor e dor.
(Jane Rossi)
No coração de poeta, tem alegria e dor
Tem o sonho de criança, esperança e amor
Tem ilusão e magia bailando no mar dos versos
E o som das calmas ondas, cantando para o Universo
É belo esse coração, que transforma os sentimentos
Faz a dor virar paixão e acalenta o sofrimento
Abre o elo da corrente e liberta o prisioneiro
Solta as amarras da vida, liberdade em cativeiro
Ele é transformador é sofrido e é carente
Sonha com o perfeito amor, coração onipotente
Vive de sonho e magia, chora de desilusão
É coração sofredor, que almeja a perfeição
O coração de poeta é como um livro real
Cada página um sonho, com orquestra divinal
É coração colorido, cada hora de uma cor
É coração destemido, cravado de amor e dor.
(Jane Rossi)
“Halloween”
“Halloween”
Hoje a bruxa está solta
Fez festa na casa dela
Sorridente, dando voltas
Eu vi de minha janela
Hoje a bruxa faz a festa
Passeando no jardim
Ela está comemorando
O dia de Halloween
Ela anda procurando
Essência na escuridão
Cuidado com essa bruxa
Senão vais pro caldeirão
Cuidado com essa bruxa
Ela te põe na salmoura
Da janela ainda vejo
Ta voando na vassoura
(Jane Rossi)
Hoje a bruxa está solta
Fez festa na casa dela
Sorridente, dando voltas
Eu vi de minha janela
Hoje a bruxa faz a festa
Passeando no jardim
Ela está comemorando
O dia de Halloween
Ela anda procurando
Essência na escuridão
Cuidado com essa bruxa
Senão vais pro caldeirão
Cuidado com essa bruxa
Ela te põe na salmoura
Da janela ainda vejo
Ta voando na vassoura
(Jane Rossi)
No caldeirão! Que Horror!
No caldeirão! Que Horror!
A bruxa passou por mim
Parecia um avião
Acabou com meu jardim
Parecia um furacão
Ainda ouço a gargalhada
Dessa bruxa enfurecida
Ela é feia, nariguda
Tem ira de fera ferida
Tenho medo dessa bruxa
Pois mamãe disse pra mim
Que a bruxa é malvada
Transforma agente em capim
Vou correndo me esconder
De bruxa eu tenho pavor
Tenho medo de morrer
No caldeirão! Que horror!
(Jane Rossi)
A bruxa passou por mim
Parecia um avião
Acabou com meu jardim
Parecia um furacão
Ainda ouço a gargalhada
Dessa bruxa enfurecida
Ela é feia, nariguda
Tem ira de fera ferida
Tenho medo dessa bruxa
Pois mamãe disse pra mim
Que a bruxa é malvada
Transforma agente em capim
Vou correndo me esconder
De bruxa eu tenho pavor
Tenho medo de morrer
No caldeirão! Que horror!
(Jane Rossi)
Música

Música
É uma clave, uma nota
Uma música no ar
Um aroma perfumado
E a magia do luar
Dedilhando uma canção
Cantarolando a alegria
Vibrando o coração
Nem pensar em nostalgia
O bemol e o sustenido
Ficam soltos pelo ar
E o coração destemido
Não se cansa de cantar
É a musica suave
Acalentando a dor
É uma nota, uma clave
É a canção do amor.
(Jane Rossi)
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Ao Amigo e Poeta Estebanez...
Ao Amigo e Poeta Estebanez...
Amigo este teu jeito apaixonado pela vida,
incentiva a todos que estão ao teu lado,
suas histórias tão bem narradas e vividas,
mostra-nos que você pela vida é muito amado.
Colhendo as rosas Delos em forma de paixão,
abres o ímpeto de todo o seu imenso coração...
a revelar-nos uma magia quase doutrinada,
que chega a nós lindamente metrificada...
Com seus versos tão bem construídos...
Falando de amores, ora sérios, ora atrevidos,
sempre tão intenso, imenso e sensível ...
Fazes da poesia invisível aos olhos, tão visível!
E sua sensibilidade com as coisas de Deus,
mostra um homem tão sábio, tão poeta...
que guardas dentro de si , uma alma dileta,
que assimila o amor como um todo...
Alma completa, alma de poeta!
(Graciela da Cunha e Valquíria Cordeiro)
30/10/08
Parabéns muitos anos de vida!!
Publicado no Recanto das Letras em 30/10/2008
Código do texto: T1256211
Amigo este teu jeito apaixonado pela vida,
incentiva a todos que estão ao teu lado,
suas histórias tão bem narradas e vividas,
mostra-nos que você pela vida é muito amado.
Colhendo as rosas Delos em forma de paixão,
abres o ímpeto de todo o seu imenso coração...
a revelar-nos uma magia quase doutrinada,
que chega a nós lindamente metrificada...
Com seus versos tão bem construídos...
Falando de amores, ora sérios, ora atrevidos,
sempre tão intenso, imenso e sensível ...
Fazes da poesia invisível aos olhos, tão visível!
E sua sensibilidade com as coisas de Deus,
mostra um homem tão sábio, tão poeta...
que guardas dentro de si , uma alma dileta,
que assimila o amor como um todo...
Alma completa, alma de poeta!
(Graciela da Cunha e Valquíria Cordeiro)
30/10/08
Parabéns muitos anos de vida!!
Publicado no Recanto das Letras em 30/10/2008
Código do texto: T1256211
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Afonso Estebanez
AFONSO ESTEBANEZ STAEL (A. Estebanez), advogado, poeta, jornalista e escritor fluminense, é verbete na “Enciclopédia de Literatura Brasileira” (vol. 1, pág. 562, 1990), composta pela Oficina Literária Afrânio Coutinho (OLAC), organizada por Francisco Igrejas e editada pelo Ministério da Educação e Cultura e Fundação de Assistência ao Estudante do Rio de Janeiro, e apontado também como verbete da literatura brasileira no “Dicionário de Poetas Contemporâneos”, organizado por Francisco Igrejas e editado por Oficina Letras & Artes, 2ª Edição, 1991 (págs. 25/26).
Nasceuem 30 de outubro de 1943 no ambiente agreste do município de Cantagalo, Estado do Rio de Janeiro, filho de Manoel Stael e de Francisca Estebanez Stael, descendentes de ancestrais ciganos emigrados para a Espanha e de alemães de origem judaica radicados nas regiões agrícolas da Bélgica, que posteriormente imigraram para o Brasil, entre 1860 e 1930. Ensino secundário no Seminário Arquidiocesano do Rio de Janeiro (56/62) e superior nas Faculdades de Direito e de Filosofia, Ciências e Letras da UFF em Niterói (65/70). Finalista nos 1º, 2º e 3º Torneios Nacionais da Poesia Falada patrocinado pela Secretaria de Educação e Cultura do Estado do Rio de Janeiro (68/69/70). Vencedor do Primeiro Concurso Estadual de Poesia do Advogado Fluminense (87). Exerceu a advocacia desde 68 e ocupou o cargo de Oficial de Justiça Avaliador do TRT da 1ª Região (93), aposentando-se quando lotado na Vara do Trabalho de Cordeiro (99), por cuja instalação lutou como Secretário Geral de Administração daquele município (92), onde se destacou como um dos fundadores da 45ª Subseção da OAB/RJ.
Tem obras publicadas em livros, jornais e revistas. Recentemente, concorrendo com o poema “O Último Dia de Trabalho do Pôr-do-sol no Mar” e com a crônica “Trabalho como Escrevente de Pequenos Príncipes”, o biografado venceu, em julho de 2007, o Primeiro Concurso Interno de Literatura do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT- Rio), nas duas categorias (prosa e verso), com premiação em obras literárias famosas oferecidas pela Academia Brasileira de Letras (ABL).
Endereços:
Blogspot de Afonso Estebanez
http://amagiadaexpressaoliteraria.blogspot.com/
Poética Digital
http://poeticadigital.ning.com/profile/AfonsoEstebanezStael
Beco dos Poetas e Escritores
http://literaturaperiferica.ning.com/profile/AfonsoEstebanezStael
Blogspot de Afonso Estebanez - Homenagem de Kênia Bastos
http://afonsoestebanez.blogspot.com/
Blogspot de Memória Fotobiográfica de Afonso Estebanez - Homenagem de Kênia Bastos
http://afonsoestebanezmemoriafotobiografica.blogspot.com/
Afonso Estebanez - Homenagem de Maria Madalena Schuck
http://spleenbored-minhaspoesiasfavoritas.blogspot.com/
Academia Brasileira de Poesia - site oficial
http://www.rauldeleoni.org/
Site Pessoal:
http://www.rauldeleoni.org/academico_correspondente_afonso_estebanez.html
Vitrine Literária da Academia Brasileira de Poesia
http://www.rauldeleoni.org/vitrine_literaria.html
Poetas del Mundo
http://www.poetasdelmundo.com/verinfo_america.asp?id=4085
Alma de Poeta
www.almadepoeta.com/afonsoestebanezstael.htm
http://www.almadepoeta.com/poetas3x4a.htm
http://www.almadepoeta.com/afonso_estebanez_stael.htm
Poesia Ibero-Americana
www.antoniomiranda.com.br/poesia_brasis/rio_de_janeiro/afonso_estebames.html
Afonso Estebanez - Prêmios 2007 - Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro-RJ (TRT-Rio)www.trtrio.gov.br/comunicacao/noticias/literatura0108.htm www.trtrio.gov.br/comunicacao/noticias/literaturaresult.htm
Afonso Estebanez - Filho Ilustre de Cantagalo-RJ
www.cantagalo.rj.gov.br/filhos.htm
Afonso Estebanez em "O Rebate" - Homenagem da poetisa Marta Peres
orebate-martaperes.blogspot.com/2008/03/poeta-afonso-estebanez-stael_10.html
orebate-martaperes.blogspot.com/2008/03/sonetos-poeta-afonso-estebanez.html
http://orebate-martaperes.blogspot.com/2008/10/poeta-afonso-estebanez-e-as-rosas-de.html
A. Estebanez em "O Rebate" - homenagem da poetisa Sandra Almeida - almadepoeta
orebate-sandradealmeida.blogspot.com/2008/04/quem-afonso-estebanez-stael.html
A. Estebanez em "O Rebate" - homenagem da poetisa Sandra Almeida - almadepoeta
orebate-sandradealmeida.blogspot.com/2008/04/quem-afonso-estebanez-stael_6298.html
Recanto das Letras
http://recantodasletras.uol.com.br/autores/estebanez
P.S.: Minha Homenagem esta semana é para Meu Poeta e Amigo Estebanez.
Agradeço por deixar fazer parte de sua vida.
Graciela da Cunha
Buraco Negro
Buraco Negro
Ser meu amor e amante
ser volúpias de meu ser
ser o lado mais distante
de meus lados de viver.
Ser o morto ainda vivo
e estar vivo sem querer
o querer morrer cativos
em ser preciso morrer.
Ser operários sem lida
os contrários do galope
no vão do meio da vida
ou na beirada da morte.
Buraco negro do amor
sem nenhum alvorecer
como a flor a flor a flor
de Hiroshima renascer.
Ser esse fundo do poço
um chão seco de jardim
até que o meu alvoroço
não suporte nem a mim...
(A. Estebanez)
(Falado em 21/03/2008 no Calçadão de Ipanema em encontro de escritores do grupo Alma de Poeta do Rio de Janeiro)
Ser meu amor e amante
ser volúpias de meu ser
ser o lado mais distante
de meus lados de viver.
Ser o morto ainda vivo
e estar vivo sem querer
o querer morrer cativos
em ser preciso morrer.
Ser operários sem lida
os contrários do galope
no vão do meio da vida
ou na beirada da morte.
Buraco negro do amor
sem nenhum alvorecer
como a flor a flor a flor
de Hiroshima renascer.
Ser esse fundo do poço
um chão seco de jardim
até que o meu alvoroço
não suporte nem a mim...
(A. Estebanez)
(Falado em 21/03/2008 no Calçadão de Ipanema em encontro de escritores do grupo Alma de Poeta do Rio de Janeiro)
Boa noite meu amor...
Boa noite meu amor...
Boa noite, meu amor!
O mar acalma na brisa
essa é a hora de voltar...
A brisa acalmar o vento
os sonhos o pensamento
que não cessa de gritar
nessa noite numerosa
entre as ondas sinuosas
dos caminhos do luar...
Boa noite, meu amor!
Sem os muros dos rochedos
sem nenhum setembro negros
em mistérios nem segredos
sem os medos de voltar...
Boa noite, meu amor!
É destino o amanhecer
para a noite descansar...
Bom sonhar enquanto é tempo
bom de morrer ao relento
bom de renascer no mar...
[A. Estebanez ]
Boa noite, meu amor!
O mar acalma na brisa
essa é a hora de voltar...
A brisa acalmar o vento
os sonhos o pensamento
que não cessa de gritar
nessa noite numerosa
entre as ondas sinuosas
dos caminhos do luar...
Boa noite, meu amor!
Sem os muros dos rochedos
sem nenhum setembro negros
em mistérios nem segredos
sem os medos de voltar...
Boa noite, meu amor!
É destino o amanhecer
para a noite descansar...
Bom sonhar enquanto é tempo
bom de morrer ao relento
bom de renascer no mar...
[A. Estebanez ]
UMA ROSA NA MESA...
UMA ROSA NA MESA...
Não sei qual palavra murmura
no aroma de brisa que exala
o vulto noturno que mora
no sopro da voz que me fala.
Se quero escutar já não ouço,
etéreo contorno se apaga...
É chama de luz que me acalma
na palma da mão que me afaga.
Pressinto seus passos roçando
meus pés no silêncio da sala...
Respondo o que em vão me pergunta.
Pergunto, mas ele se cala...
Não pode ser pranto o que chora
nem pena o destino em que vaga,
se o pranto que chora é por mim
se é minha essa pena que paga.
E sopra e suspira e me abraça
e ri nos cristais com leveza...
Depois vai embora na brisa
deixando uma rosa na mesa!...
(A. Estebanez )
Não sei qual palavra murmura
no aroma de brisa que exala
o vulto noturno que mora
no sopro da voz que me fala.
Se quero escutar já não ouço,
etéreo contorno se apaga...
É chama de luz que me acalma
na palma da mão que me afaga.
Pressinto seus passos roçando
meus pés no silêncio da sala...
Respondo o que em vão me pergunta.
Pergunto, mas ele se cala...
Não pode ser pranto o que chora
nem pena o destino em que vaga,
se o pranto que chora é por mim
se é minha essa pena que paga.
E sopra e suspira e me abraça
e ri nos cristais com leveza...
Depois vai embora na brisa
deixando uma rosa na mesa!...
(A. Estebanez )
MENINA & MULHER
MENINA & MULHER
É algo de mulher que me fascina
nesse teu jeito etéreo de me amar
como nuvem que a lua descortina
no corpo dos lençóis entre o luar...
É algo de mulher que me alucina
perene amor que mata sem matar
uma parte mulher e outra menina
ditoso amor de meu eclipse lunar...
É algo que me encanta de tal jeito
e sangra sem doer dentro do peito
e alegra-se do sim na dor do não...
E me ama no regresso do menino
homem feito na linha do destino
já transcrito a punhal no coração...
A. Estebanez
É algo de mulher que me fascina
nesse teu jeito etéreo de me amar
como nuvem que a lua descortina
no corpo dos lençóis entre o luar...
É algo de mulher que me alucina
perene amor que mata sem matar
uma parte mulher e outra menina
ditoso amor de meu eclipse lunar...
É algo que me encanta de tal jeito
e sangra sem doer dentro do peito
e alegra-se do sim na dor do não...
E me ama no regresso do menino
homem feito na linha do destino
já transcrito a punhal no coração...
A. Estebanez
MEU HINO NACIONAL DE AMOR
MEU HINO NACIONAL DE AMOR
Nas alvas pétalas de rosas que me envias
reescrevo os versos amorosos que te dei.
Teu coração relembra enquanto tu recrias
os afetos dos versos que ainda escreverei.
Apraz a alma que a alvorada de teus dias
renasça da esperança com que te sonhei:
com o encantar-te o coração das alegrias
de uma rainha que se encanta de seu rei.
Aprendi a escrever no topo da esperança
hasteando versos na colina da lembrança
do jardineiro que não sabe de outra flor...
E assim das pétalas da minha rosa única
os versos ao amor me servirão de túnica
e tu! Serás meu hino nacional de amor!...
(A. Estebanez)
Nas alvas pétalas de rosas que me envias
reescrevo os versos amorosos que te dei.
Teu coração relembra enquanto tu recrias
os afetos dos versos que ainda escreverei.
Apraz a alma que a alvorada de teus dias
renasça da esperança com que te sonhei:
com o encantar-te o coração das alegrias
de uma rainha que se encanta de seu rei.
Aprendi a escrever no topo da esperança
hasteando versos na colina da lembrança
do jardineiro que não sabe de outra flor...
E assim das pétalas da minha rosa única
os versos ao amor me servirão de túnica
e tu! Serás meu hino nacional de amor!...
(A. Estebanez)
ALGUMA ANGÚSTIA
ALGUMA ANGÚSTIA
Não suporto esse perfume
com lembrança de partida
e não suporto o queixume
desta angústia consentida.
Não suporto esses jamais
dos meus dias de finados
da memória de meus pais
nos jardins abandonados.
Nem suporto esse destino
dos meus mares afogados
num naufrágio vespertino
de sonhos não navegados.
Não suporto mais saudade
não suporto o nunca mais
nem suporto a eternidade
dos meus navios sem cais...
A. Estebanez
Não suporto esse perfume
com lembrança de partida
e não suporto o queixume
desta angústia consentida.
Não suporto esses jamais
dos meus dias de finados
da memória de meus pais
nos jardins abandonados.
Nem suporto esse destino
dos meus mares afogados
num naufrágio vespertino
de sonhos não navegados.
Não suporto mais saudade
não suporto o nunca mais
nem suporto a eternidade
dos meus navios sem cais...
A. Estebanez
POEMA ESCRITO NO MAR
POEMA ESCRITO NO MAR
Queríamos apenas escrever
um capítulo de nossa história
como a memória do poente
entre as páginas do mar...
A areia estava fria e macia
corria pela praia e a maré
subia e o olhar do pôr-do-sol
no horizonte nos pertencia...
... derramava o seu calor
em sementes cristalinas
como pérolas de algodão
fazendo o amor renascer
no poente do coração...
E acabamos reescrevendo
o antigo encanto de amar
do amor escrito nas ondas
entre as páginas do mar...
(Graciela da Cunha e Afonso Estebanez)
Queríamos apenas escrever
um capítulo de nossa história
como a memória do poente
entre as páginas do mar...
A areia estava fria e macia
corria pela praia e a maré
subia e o olhar do pôr-do-sol
no horizonte nos pertencia...
... derramava o seu calor
em sementes cristalinas
como pérolas de algodão
fazendo o amor renascer
no poente do coração...
E acabamos reescrevendo
o antigo encanto de amar
do amor escrito nas ondas
entre as páginas do mar...
(Graciela da Cunha e Afonso Estebanez)
AMOR DE CORPO INTEIRO
AMOR DE CORPO INTEIRO
Desejo teu amor de corpo inteiro
o amor da lua cheia sobre o mar
de alfazemas no cio campineiro
da sementeira
prenhe do luar...
Navegar é o ofício do barqueiro
dos mares do desejo de te amar
conhecer os segredos do roteiro
por onde o amor
precisa navegar...
Aceito o amor servil do cativeiro
das virgens medievais para adorar
nas alcovas profanas do mosteiro
ao sacro ritual
sobre um altar...
Professo o amor fiel do romanceiro
que em teu ventre me faça cavalgar
tal como um confidente cavaleiro
cavalga estrelas
para te encontrar...
Por teu amor meu anjo mensageiro
vem de um tempo remoto te buscar
e proclamar meu lado companheiro
de te fazer amor
para sonhar...
Quero fazer amor de corpo inteiro
exaurir-me em teus braços e pensar
que ainda sou teu ultimo e primeiro
amor que padeceu
para te amar...
Afonso Estebanez
Desejo teu amor de corpo inteiro
o amor da lua cheia sobre o mar
de alfazemas no cio campineiro
da sementeira
prenhe do luar...
Navegar é o ofício do barqueiro
dos mares do desejo de te amar
conhecer os segredos do roteiro
por onde o amor
precisa navegar...
Aceito o amor servil do cativeiro
das virgens medievais para adorar
nas alcovas profanas do mosteiro
ao sacro ritual
sobre um altar...
Professo o amor fiel do romanceiro
que em teu ventre me faça cavalgar
tal como um confidente cavaleiro
cavalga estrelas
para te encontrar...
Por teu amor meu anjo mensageiro
vem de um tempo remoto te buscar
e proclamar meu lado companheiro
de te fazer amor
para sonhar...
Quero fazer amor de corpo inteiro
exaurir-me em teus braços e pensar
que ainda sou teu ultimo e primeiro
amor que padeceu
para te amar...
Afonso Estebanez
EU SEI QUANDO TU VENS
EU SEI QUANDO TU VENS
Não preciso sondar os pensamentos
nem consultar meu vasto coração
para saber os dias e os momentos
em que me vens trazer consolação...
A mim me basta olhar pela janela
e abraçar a manhã no meu jardim
e sei que a claridade que vem dela
é a luz do teu amor dentro de mim...
Deixo a brisa tocar a minha face.
Ouço as aves que vêm me visitar
e sei de cada rosa que renasce
o teu instante eterno de chegar...
Converso com o vento no telhado
onde o tempo costuma te esperar
de um futuro presente antecipado
por anjos que me vêm te anunciar...
No canteiro de beijos e jacintos
o odor suave de uma flor qualquer
inflama de desejos meus instintos
com o perfume virgem de mulher...
Então eu sempre sei quando tu vens
sem que precises avisar-me quando...
O amor proclama quando tu me tens
e me prepara quando estás chegando...
A. Estebanez
Não preciso sondar os pensamentos
nem consultar meu vasto coração
para saber os dias e os momentos
em que me vens trazer consolação...
A mim me basta olhar pela janela
e abraçar a manhã no meu jardim
e sei que a claridade que vem dela
é a luz do teu amor dentro de mim...
Deixo a brisa tocar a minha face.
Ouço as aves que vêm me visitar
e sei de cada rosa que renasce
o teu instante eterno de chegar...
Converso com o vento no telhado
onde o tempo costuma te esperar
de um futuro presente antecipado
por anjos que me vêm te anunciar...
No canteiro de beijos e jacintos
o odor suave de uma flor qualquer
inflama de desejos meus instintos
com o perfume virgem de mulher...
Então eu sempre sei quando tu vens
sem que precises avisar-me quando...
O amor proclama quando tu me tens
e me prepara quando estás chegando...
A. Estebanez
CHUVA NO MOLHADO
CHUVA NO MOLHADO
Gosto da chuva no telhado...
As goteiras me fazem pensar
nos pontos finais que deixei
de colocar na minha história.
Gosto da chuva no molhado...
Os canteiros me dão lembrar
dos jardineiros que ficaram
com sementes na memória.
Gosto de causas sem efeito...
De maus sonhos sem motivo
de morrer sem ser preciso
por ter fama sem proveito.
Gosto das coisas como são...
Da vida como um desterro
da sombra indo ao enterro
da sombra morta no chão...
Afonso Estebanez
Gosto da chuva no telhado...
As goteiras me fazem pensar
nos pontos finais que deixei
de colocar na minha história.
Gosto da chuva no molhado...
Os canteiros me dão lembrar
dos jardineiros que ficaram
com sementes na memória.
Gosto de causas sem efeito...
De maus sonhos sem motivo
de morrer sem ser preciso
por ter fama sem proveito.
Gosto das coisas como são...
Da vida como um desterro
da sombra indo ao enterro
da sombra morta no chão...
Afonso Estebanez
AMOR DE CORPO INTEIRO
AMOR DE CORPO INTEIRO
Desejo teu amor de corpo inteiro
o amor da lua cheia sobre o mar
de alfazemas no cio campineiro
da sementeira
prenhe do luar...
Navegar é o ofício do barqueiro
dos mares do desejo de te amar
conhecer os segredos do roteiro
por onde o amor
precisa navegar...
Aceito o amor servil do cativeiro
das virgens medievais para adorar
nas alcovas profanas do mosteiro
ao sacro ritual
sobre um altar...
Professo o amor fiel do romanceiro
que em teu ventre me faça cavalgar
tal como um confidente cavaleiro
cavalga estrelas
para te encontrar...
Por teu amor meu anjo mensageiro
vem de um tempo remoto te buscar
e proclamar meu lado companheiro
de te fazer amor
para sonhar...
Quero fazer amor de corpo inteiro
exaurir-me em teus braços e pensar
que ainda sou teu ultimo e primeiro
amor que padeceu
para te amar...
A. Estebanez
Desejo teu amor de corpo inteiro
o amor da lua cheia sobre o mar
de alfazemas no cio campineiro
da sementeira
prenhe do luar...
Navegar é o ofício do barqueiro
dos mares do desejo de te amar
conhecer os segredos do roteiro
por onde o amor
precisa navegar...
Aceito o amor servil do cativeiro
das virgens medievais para adorar
nas alcovas profanas do mosteiro
ao sacro ritual
sobre um altar...
Professo o amor fiel do romanceiro
que em teu ventre me faça cavalgar
tal como um confidente cavaleiro
cavalga estrelas
para te encontrar...
Por teu amor meu anjo mensageiro
vem de um tempo remoto te buscar
e proclamar meu lado companheiro
de te fazer amor
para sonhar...
Quero fazer amor de corpo inteiro
exaurir-me em teus braços e pensar
que ainda sou teu ultimo e primeiro
amor que padeceu
para te amar...
A. Estebanez
AMOR CIGANO
AMOR CIGANO
Quero fazer amor só com você
o amor do jeito que você quiser...
O amormania pelo amor de ser
amado por você deusa e mulher.
Pode ser nas estrelas ou na lua
de pele nua numa flor qualquer
amor secreto como o sol na rua
onde sentir meu cio me couber.
Amor sacro de súbito profano
nas relvas do luar e à lua acesa
amor vino de rosa amor cigano
amor e mito de mulher e deusa..
Só por você eu quero ser amado
do jeito como o seu amor quiser...
Tal como faz o ser desesperado
de amor cigano por uma mulher...
A. Estebanez
Quero fazer amor só com você
o amor do jeito que você quiser...
O amormania pelo amor de ser
amado por você deusa e mulher.
Pode ser nas estrelas ou na lua
de pele nua numa flor qualquer
amor secreto como o sol na rua
onde sentir meu cio me couber.
Amor sacro de súbito profano
nas relvas do luar e à lua acesa
amor vino de rosa amor cigano
amor e mito de mulher e deusa..
Só por você eu quero ser amado
do jeito como o seu amor quiser...
Tal como faz o ser desesperado
de amor cigano por uma mulher...
A. Estebanez
OITAVA ROSA DE DELOS
OITAVA ROSA DE DELOS
Seja-me dada uma canção amena
a flauta do cantar d’água corrente
que destila da mágoa toda a pena
que meu amor ingênito não sente.
Seja-me ouvida a cítara de alfena
arco recurvo de tua alma ausente
onde me dói essa paixão extrema
por uma rosa extrema do oriente.
Pelo amor do princípio que me fez
meus dias de rever-te sejam teus
e minhas tantas horas desditosas.
Seja-me dado ao menos uma vez
repousar no teu corpo como deus
em mortalha de pétalas de rosas.
Afonso Estebanez
(Out.13.2008)
Seja-me dada uma canção amena
a flauta do cantar d’água corrente
que destila da mágoa toda a pena
que meu amor ingênito não sente.
Seja-me ouvida a cítara de alfena
arco recurvo de tua alma ausente
onde me dói essa paixão extrema
por uma rosa extrema do oriente.
Pelo amor do princípio que me fez
meus dias de rever-te sejam teus
e minhas tantas horas desditosas.
Seja-me dado ao menos uma vez
repousar no teu corpo como deus
em mortalha de pétalas de rosas.
Afonso Estebanez
(Out.13.2008)
SÉTIMA ROSA DE DELOS
SÉTIMA ROSA DE DELOS
O meu amor maior foi da intangível
razão de amar que por amor já tive
e me veio em regresso imprevisível
dos sonhos idos onde nunca estive.
O amor maior é fruto do impossível
que a despeito da morte sobrevive.
Procuro então num elo inconcebível
o espírito da rosa que em mim vive.
Se a rosa existe, tanto amor existe
e mesmo que esperar pareça triste
de triste não pereça quem me quer.
É esse dom que meu amor procura
nos milagres sem causa da ternura
dos instintos de rosas da mulher...
Afonso Estebanez
(Out.09.2008)
O meu amor maior foi da intangível
razão de amar que por amor já tive
e me veio em regresso imprevisível
dos sonhos idos onde nunca estive.
O amor maior é fruto do impossível
que a despeito da morte sobrevive.
Procuro então num elo inconcebível
o espírito da rosa que em mim vive.
Se a rosa existe, tanto amor existe
e mesmo que esperar pareça triste
de triste não pereça quem me quer.
É esse dom que meu amor procura
nos milagres sem causa da ternura
dos instintos de rosas da mulher...
Afonso Estebanez
(Out.09.2008)
SEXTA ROSA DE DELOS
SEXTA ROSA DE DELOS
De tanto perder lembranças
relembrar deixou-me assim:
deslembrado de esperanças
que se esqueceram de mim.
Perdi os passos das danças
entre andanças do sem-fim
como os olhos das crianças
nos olhos de um querubim.
Um dia eu quis te esquecer
ô, rosa! – meu bem-querer
entre os espinhos da sorte.
Mas fui canto e passarinho
no aconchego de teu ninho
onde me esqueci da morte.
Afonso Estebanez
De tanto perder lembranças
relembrar deixou-me assim:
deslembrado de esperanças
que se esqueceram de mim.
Perdi os passos das danças
entre andanças do sem-fim
como os olhos das crianças
nos olhos de um querubim.
Um dia eu quis te esquecer
ô, rosa! – meu bem-querer
entre os espinhos da sorte.
Mas fui canto e passarinho
no aconchego de teu ninho
onde me esqueci da morte.
Afonso Estebanez
QUINTA ROSA DE DELOS
QUINTA ROSA DE DELOS
Hoje em dia ninguém diz mais: eu te amo!
porque convém que apaguem da memória
as lembranças do amor que algum engano
transformou em rascunho alguma história.
Então por quem dizer que ainda me ufano
de morrer-me de amor mesmo sem glória
se o que era sacro vem-me então profano
por quem a renascença é mais simplória?
Sempre cuidei transpor versões proibidas
contra os padrões formais das permitidas
que eu das paixões não descuidei jamais.
Mas os padrões de amor foram vencidos.
Transponho então as flores dos sentidos
e ‘te amo’ entre as roseiras dos quintais!
Afonso Estebanez
(Out.02.2008)
Hoje em dia ninguém diz mais: eu te amo!
porque convém que apaguem da memória
as lembranças do amor que algum engano
transformou em rascunho alguma história.
Então por quem dizer que ainda me ufano
de morrer-me de amor mesmo sem glória
se o que era sacro vem-me então profano
por quem a renascença é mais simplória?
Sempre cuidei transpor versões proibidas
contra os padrões formais das permitidas
que eu das paixões não descuidei jamais.
Mas os padrões de amor foram vencidos.
Transponho então as flores dos sentidos
e ‘te amo’ entre as roseiras dos quintais!
Afonso Estebanez
(Out.02.2008)
QUARTA ROSA DE DELOS
QUARTA ROSA DE DELOS
Procuro-te nos mares mais profundos
que guardo nas memórias navegadas
e ainda sinto teus plânctons oriundos
dos semens primitivos das enseadas.
Algum perfume é de jardins fecundos
e espinhos são das rosas fecundadas
pelo tempo infinito de outros mundos
onde o amor reviveu vidas passadas.
Que a eternidade é breve para a vida
de uma paixão sem termo pertencida
às sementes de amor do meu jardim.
E mesmo que jamais tu me percebas
entre os florais de rosas das veredas
o nosso amor vai se lembrar de mim!
Afonso Estebanez
(Set.29.2008)
Procuro-te nos mares mais profundos
que guardo nas memórias navegadas
e ainda sinto teus plânctons oriundos
dos semens primitivos das enseadas.
Algum perfume é de jardins fecundos
e espinhos são das rosas fecundadas
pelo tempo infinito de outros mundos
onde o amor reviveu vidas passadas.
Que a eternidade é breve para a vida
de uma paixão sem termo pertencida
às sementes de amor do meu jardim.
E mesmo que jamais tu me percebas
entre os florais de rosas das veredas
o nosso amor vai se lembrar de mim!
Afonso Estebanez
(Set.29.2008)
TERCEIRA ROSA DE DELOS
TERCEIRA ROSA DE DELOS
Por causa de uma rosa me debruço
no muro do crepúsculo e entardeço
como a aurora afogada num soluço
da saudade sem pena onde padeço.
Minha rosa é o começo do percurso
ilhado na memória do que esqueço:
partícula de amor onde me embuço
como o pólen da luz onde anoiteço.
Ò, flor mediterrânea! minha calma!
escrava da esperança que suponho
livre ou cativa me serena e acalma
e não é pena se ao amor imponho.
É cativeiro que me prende a alma,
mas é destino que liberta o sonho.
Afonso Estebanez
(Set.16.2008)
Por causa de uma rosa me debruço
no muro do crepúsculo e entardeço
como a aurora afogada num soluço
da saudade sem pena onde padeço.
Minha rosa é o começo do percurso
ilhado na memória do que esqueço:
partícula de amor onde me embuço
como o pólen da luz onde anoiteço.
Ò, flor mediterrânea! minha calma!
escrava da esperança que suponho
livre ou cativa me serena e acalma
e não é pena se ao amor imponho.
É cativeiro que me prende a alma,
mas é destino que liberta o sonho.
Afonso Estebanez
(Set.16.2008)
SEGUNDA ROSA DE DELOS
SEGUNDA ROSA DE DELOS
Deixem minha alma florescer na lua
meu remoto canteiro de esperanças
ou me deixem viver num fim de rua
entre rosas baldias sem lembranças.
Saudade de horizontes me extenúa.
Procurem-me nos olhos de crianças
onde o instinto dos deuses retribua
o beijo dos extremos das distâncias.
A calma dos jardins não faz sentido
a flor calada assim não se consente
e rosa num deserto é flor proscrita.
Consinta o coração sonhar perdido
e de perder-se meu amor aumente
o tanto quanto seja a alma infinita.
Afonso Estebanez
(Set.09.2008)
Deixem minha alma florescer na lua
meu remoto canteiro de esperanças
ou me deixem viver num fim de rua
entre rosas baldias sem lembranças.
Saudade de horizontes me extenúa.
Procurem-me nos olhos de crianças
onde o instinto dos deuses retribua
o beijo dos extremos das distâncias.
A calma dos jardins não faz sentido
a flor calada assim não se consente
e rosa num deserto é flor proscrita.
Consinta o coração sonhar perdido
e de perder-se meu amor aumente
o tanto quanto seja a alma infinita.
Afonso Estebanez
(Set.09.2008)
PRIMEIRA ROSA DE DELOS
PRIMEIRA ROSA DE DELOS
Eu conto as noites e reconto os dias
faço de tudo por chegar com pressa
pelos segredos que a mim contarias
no desempenho de gentil promessa.
E aqueço a alma com as noites frias
padeço dores que o doer não cessa,
enfuno o amor e agito as calmarias
das cinzas frias da paixão confessa.
Encanto flores num chorar de rosas
e pelos olhos das manhãs chuvosas
entro no arco-íris do regato em flor.
E tudo em mim reflete o desespero
por escutar da margem do canteiro
a rosa me chamar de “meu amor”!
Afonso Estebanez
(04.set.2008)
Eu conto as noites e reconto os dias
faço de tudo por chegar com pressa
pelos segredos que a mim contarias
no desempenho de gentil promessa.
E aqueço a alma com as noites frias
padeço dores que o doer não cessa,
enfuno o amor e agito as calmarias
das cinzas frias da paixão confessa.
Encanto flores num chorar de rosas
e pelos olhos das manhãs chuvosas
entro no arco-íris do regato em flor.
E tudo em mim reflete o desespero
por escutar da margem do canteiro
a rosa me chamar de “meu amor”!
Afonso Estebanez
(04.set.2008)
MIGRAÇÃO DE ROSAS
MIGRAÇÃO DE ROSAS
De onde emigraram as rosas
que brotaram nos teus seios
de onde vêm nestas auroras
derramando os teus anseios
sobre o corpo que a desoras
atrai-me o corpo sem freios?
E de onde és me digas onde
onde o olhar dos jardineiros
em qual luz o olhar esconde
os florais dos teus canteiros?
Se a brisa não me responde
onde os beijos passageiros...
De onde a alma tão sozinha
vem perdidamente em mim
perguntar se tu eras minha
quando eu fui amado assim...
De onde migraram as rosas
que plantas no meu jardim?
A. Estebanez
(Poema dedicado à amiga
Graciela Leães Alvares da Cunha)
De onde emigraram as rosas
que brotaram nos teus seios
de onde vêm nestas auroras
derramando os teus anseios
sobre o corpo que a desoras
atrai-me o corpo sem freios?
E de onde és me digas onde
onde o olhar dos jardineiros
em qual luz o olhar esconde
os florais dos teus canteiros?
Se a brisa não me responde
onde os beijos passageiros...
De onde a alma tão sozinha
vem perdidamente em mim
perguntar se tu eras minha
quando eu fui amado assim...
De onde migraram as rosas
que plantas no meu jardim?
A. Estebanez
(Poema dedicado à amiga
Graciela Leães Alvares da Cunha)
Assinar:
Comentários (Atom)














































p>





.png)


